Helliza nasce do amor — pelo linho, pelo detalhe, pela durabilidade e pelo próprio nome. Inspirada na minha filha, Helliza é mais do que uma marca: é um legado.
Criamos peças que atravessam o tempo — em qualidade, em estética e em consciência. Trabalhamos exclusivamente com linho 100% natural, uma fibra nobre, durável e biodegradável, escolhida não apenas pela sua beleza, mas pelo seu impacto responsável no ambiente.
Cada peça é desenhada com linhas minimalistas, cortes precisos e uma sofisticação silenciosa que dispensa excessos. São modelos intemporais, pensados para mulheres que valorizam autenticidade, simplicidade e elegância discreta. Peças premium, feitas para durar — hoje, amanhã e por muitos anos.
Mais do que luxo, defendemos valor:
cultural, humano e intemporal.
Acreditamos que o verdadeiro luxo está na autenticidade. Por isso, produzimos integralmente em Portugal, valorizando a proximidade e a ética em cada etapa do processo.
Foi nesta procura por tradição e integridade que encontrei Luciana Castelli, artesã, formadora e empresária, fundadora da Lindo Linho e responsável pela requalificação do linho na freguesia de Covide, no coração do Parque Nacional da Peneda-Gerês.
Ao estudar a história de Vilarinho da Furna — aldeia submersa em 1971 no concelho de Terras de Bouro — Luciana descobriu uma tradição quase desaparecida: em tempos, cada casa tinha um tear. As famílias plantavam o linho, colhiam, malhavam, fiavam e teciam manualmente camisas, calças, lençóis e toalhas. O linho fazia parte da identidade da comunidade.
Determinada a devolver essa herança ao presente, criou um projeto de requalificação do linho artesanal em parceria com a AFURNA, presidida por Manuel Azevedo Antunes, um dos guardiões da memória da aldeia. Quando chegou à região, já não restavam campos de linho ativos. Com formação, dedicação e compromisso, mulheres da comunidade reaprenderam o ciclo completo da fibra — da sementeira à tecelagem.
É desta recuperação paciente, ética e profundamente humana que nasce o linho que inspira a Helliza.
Mais do que criar roupa, criamos continuidade.
Mais do que seguir tendências, escolhemos legado.
Mais do que luxo, defendemos valor — cultural, humano e intemporal.
Vestir Helliza é escolher o essencial.
É investir em qualidade.
É celebrar o tempo, a natureza e a feminilidade com elegância discreta.
Sobre mim
O meu nome é Joana, tenho 43 anos e sou de Setúbal. Sou a fundadora da Helliza. O que pouca gente sabe é que em criança, sonhava ser atriz, cantora, pintora, música...no fundo, artista. Queria contar histórias, dar voz a emoções, viver muitas vidas numa só.
A vida levou-me por outro caminho — talvez não tão distante do sonho inicial. Escolhi estudar Comunicação Social, estagiei numa redação de informação e acabei por fazer carreira durante 14 anos no jornalismo.
Foram anos intensos, de aprendizagem, rigor e entrega. Anos onde aprendi a observar, a escutar, a procurar verdade nas entrelinhas. Mas a certa altura não me sentia realizada.
Mudei-me para a Costa Vicentina para integrar um projeto turístico ligado à sustentabilidade. Foi uma mudança de ritmo, de prioridades e de visão. Pouco depois, engravidei. A maternidade trouxe uma nova clareza: a falta de rede de apoio e, sobretudo, a vontade profunda de passar mais tempo com a minha filha fizeram-me repensar o meu caminho.
Há sonhos que não desaparecem.
Transformam-se.
Hoje continuo a contar histórias — mas de outra forma. Através da Helliza, conto uma história de identidade, de herança, de propósito. Uma história feita de matéria-prima nobre, de tempo e de intenção. A Helliza nasce do amor, da resiliência e da vontade de construir algo bonito e duradouro.
Talvez, no fundo, nunca tenha deixado o palco.
Apenas mudei de cenário.